Depressão, o mal do século
- Nathália Mazó
- 20 de mai. de 2018
- 2 min de leitura
Você sabia que a depressão é o transtorno mental com maior prevalência dentre todos? Antigamente esse assunto era tratado sem a importância que ele merece e passou por muitos anos sendo encoberto e mal tratado por falta de conhecimento das pessoas que eram acometidas por ele e dos próprios familiares.
Atualmente, graças a disseminação de informação , as pessoas tem procurado ajuda mais precocemente e conseguem assim se cuidar enquanto o problema ainda não está tão grave.
Trazendo um pouco mais de curiosidades sobre o tema: a depressão é duas vezes mais comum em mulheres que em homens e pode trazer muitos transtornos associados como o abuso de substâncias e a própria ansiedade.
Ela pode ser causadora de distúrbios do sono como a insônia ou a sonolência excessiva. Muitas pessoas abrem o quadro com essas queixas e nem se dão conta de que podem estar desenvolvendo um transtorno depressivo.
A genética também influencia. Quem tem pais com depressão tem chances maiores de ter o mesmo quadro, mas isso não quer dizer que terão, pois a depressão precisa de uma série de fatores para ocorrer.
Outros sintomas que podem vir com a doença são a falta de concentração, a diminuição do prazer em atividades que antes causavam satisfação, a falta de vontade de se levantar de manhã e de cumprir com os seus compromissos, o isolamento social, dentre muitos outros.
A depressão não se apresenta da mesma maneira em todas as pessoas. Tem pessoas que passam a comer menos, outras passam a comer mais, algumas ficam mais irritadas e outras mais chorosas. Os critérios diagnósticos dessa doença são bem conhecidos pelo psiquiatra e somente com a ajuda deste profissional é possível identificá-la e tratá-la.

A identificação precoce do distúrbio é essencial para que o quadro não se agrave e termine com um desfecho muito triste, como o próprio suicídio.

Eu tive a primeira vez faz 13 anos e de la pra cá, ate vivia bem, tomando clonazepan e n sabia q era so por um tempo, tb tomava anafril de 10 e depois de 25mg ,dai eu queria sair dele e por fim fiquei tomando sertralina de 50, mas depois q tive chicungunya e na transição da menopausa eu adoeci pior, eu perdi o interesse de fazer o q gosto e sem energia, o dr passou agora 100mg de sertralina, ainda to no 75mg, me bate um pânico desesperador da pressão subir e sobe e penso q vou dar derrame e infarto, boto captopril debaixo da língua, fiz teste por dias e não sou hipertensa, eu quero paz! Quer…
Passo estas coisas todas os dias comigo e minha filha tem dia que não entendo porque ela si esconde embaixo da cama detro do guarda roupa pra não ir a escola foge dorme muito não come e não conversa nem com a psicóloga ela que tá bem